• a fertilidade
    • factos essenciais sobre a reprodução
    • infertilidade feminina
    • infertilidade masculina
    • estilo de vida e infertilidade
    • primeiros passos
    • procurar ajuda
  • exames e diagnóstico
    • o médico certo
    • exames de fertilidade básicos
    • sintomas femininos
    • exames complementares para as mulheres
    • diagnóstico feminino
    • sintomas masculinos
    • exames complementares para os homens
    • diagnóstico masculino
    • infertilidade inexplicada
  • opções terapêuticas
    • início do tratamento
    • terapêutica farmacológica
    • intervenções cirúrgicas
    • procriação medicamente assistida
  • após o tratamento
    • gravidez normal
    • riscos da gravidez
    • gravidez de (alto) risco
    • a vida sem filhos
    • adopção
  • enfrentar a infertilidade
    • amigos e familiares
    • partilhar experiências
    • apoio profissional
    • auto-ajuda
    • infertilidade secundária
    • perda do bebé
  • aspectos financeiros
    • cobertura
    • tipos de tratamento
    • serviço nacional de saúde
    • planos de seguros de saúde
    • custos
    • regimes especiais
  • Página inicial
  • Imprimir
  • Glossário
  • Enviar página

  • início do tratamento
  • terapêutica farmacológica
  • intervenções cirúrgicas
  • procriação medicamente assistida
    • síntese das técnicas de PMA
    • IIU
    • FIV
    • ICSI
    • utilização de espermatozóides ou ovócitos de dadores
    • maternidade de substituição
    • profissionais de saúde
    • testes genéticos
“Também quero ser Mãe”
Registe-se agora e comece a receber os boletins informativos do"Também quero ser mãe"

ICSI

A ICSI, ou seja, a injecção intracitoplasmática de espermatozóides é uma forma especial de FIV. Esta variante do tratamento de FIV “convencional” começou a ser utilizada em 1992.
  • procedimento
  • quem pode recorrer à ICSI?
  • preparação
  • tratamento
  • riscos

procedimento

Na verdade, o tratamento de ICSI consiste num procedimento de FIV que compreende um tratamento adicional realizado em laboratório. A única diferença reside na forma como se juntam os espermatozóides e o óvulo. Num tratamento de FIV, várias dezenas de milhares de espermatozóides, no mínimo, são colocados numa placa juntamente com o óvulo na esperança de que um deles o consiga penetrar. Na ICSI, é seleccionado um único espermatozóide para ser injectado directamente no óvulo. Uma vez que, na ICSI, o óvulo é artificialmente penetrado pelo espermatozóide, as probabilidades de fertilização são, de facto, maiores. A ICSI tem geralmente bons resultados, ou seja, a percentagem de óvulos fertilizados e a taxa de gravidez são praticamente tão elevadas quanto as de um tratamento de FIV “convencional”.

Voltar ao topo

quem pode recorrer à ICSI?

A vantagem da ICSI é o facto de apenas ser necessário um espermatozóide viável por óvulo. Por este motivo, este método é uma opção a considerar nos casos em que os espermatozóides não possuem qualidade suficiente para o tratamento de FIV. Para além destes casos, recorre-se à ICSI se os óvulos não tiverem sido fertilizados ou se a fertilização não tiver sido bem sucedida num procedimento de FIV anterior. O tratamento de ICSI não representa qualquer vantagem acrescida para os casais que estão em condições de realizar um tratamento de FIV normal.

Voltar ao topo

preparação

No que respeita à mulher, o tratamento de ICSI é absolutamente idêntico ao tratamento de FIV. Para o homem, a preparação é um pouco maior, dado que, frequentemente, é necessário realizar espermogramas adicionais prévios. Com base no resultado deste novo espermograma, o laboratório determinará se é possível realizar um tratamento de FIV “convencional” ou se será necessário agendar um tratamento de ICSI. Em determinados casos, poderá ser necessária uma análise ao sangue para realização de testes genéticos. Os homens que apresentam menos de um milhão de espermatozóides móveis por ejaculado são submetidos a um exame para detecção de defeitos hereditários que afectem a fertilidade. Este exame é realizado porque o defeito pode ser novamente transmitido para os descendentes do sexo masculino através da ICSI. Caso seja detectado um defeito, é marcada uma consulta de aconselhamento genético.

Voltar ao topo

tratamento

O regime farmacológico num tratamento de ICSI é idêntico ao de um tratamento de FIV “convencional” e as ecografias para acompanhamento do crescimento dos folículos e a punção folicular são realizadas da mesma forma. O esperma é lavado numa solução especial para o preparar para a fertilização. Na ICSI, o técnico de laboratório escolhe um espermatozóide viável para cada óvulo. Com auxílio de um microscópio este espermatozóide é aspirado para uma fina agulha de vidro e é injectado num dos óvulos. O processo de injecção em si demora menos de 30 segundos, sendo repetido para todos os óvulos recolhidos que aparentemente estejam maduros e não apresentem anomalias.

  • Menos de um minuto depois de a agulha ser retirada, o óvulo recupera a sua forma original.
  • No prazo de 18 horas, o embriologista poderá determinar se ocorreu ou não a fertilização.
  • No prazo de 24 a 72 horas, o embriologista poderá determinar se o embrião se está a desenvolver.
  • Se ocorrer a fertilização, a transferência é efectuada da mesma forma que no tratamento de FIV “convencional”.

Voltar ao topo

riscos

Para a mulher, os riscos associados a um tratamento de ICSI são idênticos aos de um tratamento de FIV “convencional”. Uma vez que este tratamento é mais recente do que o tratamento de FIV, são menos as informações disponíveis sobre os efeitos a longo prazo sobre as crianças. Dado que, na ICSI, apenas é seleccionado um espermatozóide, a teoria da selecção natural deixa de fazer sentido. Embora seja sempre escolhido um óvulo aparentemente normal, nem sempre é possível identificar “o melhor”. Porém, se o procedimento for realizado correctamente, a injecção não parece ter efeitos negativos sobre o óvulo.

O número de crianças concebidas através de um tratamento de ICSI ascende já às dezenas de milhar. Actualmente, a maioria dos estudos realizados indica que as crianças concebidas por meio de ICSI não têm mais probabilidades de sofrer de um defeito hereditário do que as crianças concebidas de outras formas. Existe uma probabilidade ligeiramente acrescida de a criança sofrer de defeitos cromossómicos (1%), para além da probabilidade normal (± 3%) de transmitir defeitos, associados ao cromossoma sexual masculino (o cromossoma Y), que são frequentemente a causa do problema de fertilidade do homem. No que respeita ao desenvolvimento mental, um estudo realizado sobre crianças do sexo masculino concebidas por meio de ICSI aponta para um desenvolvimento ligeiramente mais lento ao fim de um ano de idade. Porém, existem outros estudos que não confirmam estas conclusões. É necessário realizar mais estudos sobre crianças concebidas por meio de ICSI para compreender melhor esta questão. Existe, porém, um consenso geral quanto ao facto de o desenvolvimento das crianças ser idêntico nos tratamentos de FIV e de ICSI.

Em caso de concepção com a ajuda de um tratamento de ICSI, seja qual for a idade do casal, é possível realizar um estudo cromossómico da criança. Este estudo pode ser realizado antes do nascimento (biopsia das vilosidades coriónicas ou amniocentese) ou depois (cordão umbilical). O casal pode discutir esta questão com o ginecologista. Isto tem a ver com o facto da ICSI ainda ser um tratamento relativamente novo e, como tal, não se saber tanto sobre ele como sobre a FIV convencional.

Voltar ao topo

Localizador de clínicas
Encontre uma clínica na sua área de residência
  • Página inicial
  • termos de utilização
  • política de privacidade
  • mapa do site
  • International versions
© 2009 Schering–Plough Corporation. Todos os direitos reservados.