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defeitos congénitos uterinos/vaginais

Estes defeitos são também designados por anomalias mullerianas. Um defeito congénito na vagina ou no útero pode reduzir a capacidade de uma mulher engravidar ou de levar a gravidez a bom termo. As anomalias mullerianas podem ir de um útero bicorne à inexistência de útero e de colo uterino.
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  • tratamento

sintomas

Dependendo da sua gravidade, um defeito congénito poderá apenas ser detectado durante um exame ginecológico de rotina. Por vezes, estas anomalias podem causar amenorreia ou dor, como acontece nos casos em que não é possível eliminar o sangue menstrual devido a anomalias no colo do útero ou da vagina que conduzem, a longo prazo, a uma acumulação da pressão. Porém, estes sintomas são comuns a outras doenças.

Exame
Um exame ginecológico aos órgãos genitais femininos pode ajudar a determinar se existe algum defeito congénito uterino ou vaginal. Existem vários métodos para identificar estes defeitos, tais como a ecografia transvaginal, a histerossalpingografia, a laparoscopia ou a histeroscopia.

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causa

Este tipo de anomalias pode ser congénito (de origem genética) ou causado por exposição a fármacos. Durante a década de 80, era habitual receitar dietilestilbestrol (DES) para evitar abortos espontâneos. Infelizmente, as filhas das mulheres que tomaram este fármaco podem apresentar defeitos uterinos, cervicais ou vaginais.

Estas “filhas do DES”, como são por vezes designadas, são geralmente obrigadas a consultar um ginecologista com regularidade.

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tratamento

Nalguns casos, uma cirurgia pode corrigir, até certo ponto, o defeito anatómico. Um exemplo é a histeroscopia para remover um septo uterino. Os septos vaginais (tecidos que dividem) podem ser também corrigidos através de uma cirurgia sem internamento.

Dependendo do resultado da cirurgia (caso esta seja possível), as técnicas de procriação medicamente assistida são opções de tratamento possíveis para os eventuais problemas de infertilidade causados por estes defeitos.

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