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controlo da natalidade

A partir dos últimos anos da adolescência, a protecção contra uma gravidez indesejada é uma preocupação constante para a maioria das mulheres. Assim, o facto de não engravidarem assim que deixam de usar contraceptivos pode ser extremamente frustrante. Muitas mulheres não sabem que os efeitos de alguns contraceptivos se mantêm mesmo depois da interrupção da sua utilização.

  • Dispositivo intra-uterino (DIU) – Alguns dispositivos intra uterinos que deixaram de ser comercializados provocaram cicatrizes no útero e nas trompas de Falópio e/ou uma inflamação na pélvis (doença inflamatória pélvica   DIP). É pouco provável que este problema se coloque com os modernos dispositivos intra-uterinos.
  • Pílula contraceptiva – Embora seja raro, existem casos em que a ovulação só volta alguns meses após o abandono da pílula.
  • Contraceptivos injectáveis – Está provado que os contraceptivos injectáveis podem dificultar a concepção durante algum tempo após o abandono deste método.
  • Esterilização – A esterilização é um método de contracepção que pretende ser irreversível tanto para os homens como para as mulheres. Os homens ou mulheres submetidos a esterilização podem, se mudarem de ideias, tentar uma cirurgia de reversão. Esta operação nem sempre é bem sucedida e, muitas vezes, o casal tem de recorrer a tratamentos de Procriação Medicamente Assistida tais como a inseminação intra-uterina (IIU) ou a fertilização in vitro (FIV).
  • É também importante ter em consideração que os lubrificantes, dada a sua consistência, podem destruir os espermatozóides ou mantê-los em suspensão, actuando involuntariamente como uma forma de contracepção.
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